sábado, 28 de janeiro de 2012

Metas



Metas. Podem ser até singelas, pequenas. Mas é bom batê-las, alcançá-las. Lançar uma possível frustração ao limbo. Nessa semana, a segunda na editoria do caderno Opinião Pública, do Diário da Manhã, consegui duas. Ou melhor, o trabalho da Equipe Opinião conseguiu. No Twitter, ultrapassamos os 300 seguidores. No Facebook, já contabilizamos mais de 50 "curtidas". 


Destaque para a repercussão das declarações do deputado estadual Túlio Isac, com a participação de muitos internautas na enquete que lançamos via redes sociais da web. 


Ao mesmo tempo em que fiquei satisfeita, essa pequena "alegria profissional", digamos, me inquietou. E se não tivessemos alcançado essas metas? E se não batermos as próximas? Como reverter? Como detectar o que está errado? Vale para vida. Para as relações. E isso remete a outras duas questões que também tem tirado meu sono (sim, às vezes literalmente) nas últimas  semanas. 


Primeiro, a exposição na internet. "Luíza, que está na Canadá", estupro no BBB, Pinheirinho... Em geral, parecemos tão civilizados na web. Politizados, engajados. Defensores dos direitos humanos. Somos assim MESMO? Ou as redes sociais se transformaram em mais um mecanismo de obter capital social? Como aquela pessoa que posta no Facebook que está no bar mais badalado da cidade com os amigos (supostamente) tops ou daquela outra que insiste em mostrar para seus seguidores no Twitter o cardápio do almoço em família?


Sim, reconheço que as redes sociais são ponto de encontro para quem está distante, que ajudam a obter informações (eu mesma já obtive várias por meio do TT e do FB),  mas também percebo que defeitos humanos - arrogância, por exemplo - transformam muitas delas em locais indesejados (e olha que nem abordei a questão das piadas preconceituosas e das fotos macabras).


Segundo: religião. É até engraçado escrever sobre isso. Religião faz parte da minha vida há muito tempo. Entrou quando eu sequer sabia conceituá-la. Essa história, porém, é assunto para outro post. Na verdade, quero relatar sobre a não-religião: o ateísmo e sobre o que tenho percebido em comum entre aqueles que se dizem ateus. A maioria das pessoas com as quais converso - on-line e offline - não são contrárias ao Deus, mas a apropriação dos que professam uma fé fizeram desse Deus.


Mortes, guerras, desigualdades geradas por seguidores de uma crença. O que me inquieta é o fato dessas pessoas serem julgadas por não crerem em algo. Em contrapartida, os (em parte) responsáveis por isso (fanáticos?) não repensarem as próprias atitudes. Como sou enquanto cristão (ou muçulmano, ou judeu, ou budista...)? Em que preciso evoluir? Respeito o outro ou desdenho daquilo que ele crê, pois não é o que EU creio? 


Claro que essas perguntas não têm uma resposta definitiva. Não há, também, uma "receita de bolo" para respondê-las sem trair nossas próprias convicções. E é preciso lembrar que a luta pelo equilíbro é travada diariamente. E nem sempre vencida.


Por fim, quero acrescentar um terceira questão, (re)surgida enquanto redigia esse post. Se você subir alguns parágrafos vai reler um trecho em que descrevo - mesmo rapidamente - uma parte bem pessoal da minha história: minha relação com a religião. Na abertura desse texto (já um poquinho longo para os padrões da web, não é querido leitor?) comento sobre minha atual experiência profissional). E no meu desta postagem, reclamo/desabafo sobre exposição nas redes sociais. 


Ué, mas blog não é rede social? Não, não é. Mas me exponho aqui também. Até onde? Qual o limite devo me impor? Perguntas que, muitas vezes, me impedem de redigir fatos mais claros por aqui. Ou de relatar algumas experiências. Isso me inquieta. Não só on line, mas offline também. E, nesse ponto, surge outros questionamentos: o que saber da vida do outro acrescenta à minha? Diene, o que saber da vida dos outros acrescenta à sua existência? Por que compartilhar o que você sente é importante?


Bom, cabe a mim  responder. E o post termina aqui. Não sei se a redação ficou das melhores. O assunto foi surgindo. Reverberou em mim mesma. Acabou, textualmente. As perguntas/reflexões continuam. E a todo vapor.



Atenda

Quero falar coisas sem sentido ao telefone. Mas você não me atende.

domingo, 15 de janeiro de 2012

2012: novidades








2012 começou em 2011.
Calma!
Explico: novidades, principalmente no campo profissional, começaram a aparecer ainda em no ano passado.
Ano que marcou o fim de uma etapa: graduação em Jornalismo.
Que venha 2012, ano de colher os bons frutos planatados e de plantar outros mais, a espera da colheita vindoura.
Para quem me acompanha por aqui, nos próximos dias postarei alguns trabalhos que realizei nas diversas áreas do Jornalismo.
Confira e comente!